August 2012
July 2012
“Quem é essa revista que, ao invés de entrevistar psicólogos que digam que esses tipos de instintos paranoicos não são normais nem saudáveis, que talvez indiquem coisas profundamente erradas tanto no relacionamento quanto na pessoa paranoica… corre atrás de “sociólogos” (sic!) e detetives para montar “um curso completo para espiãs da investigação amorosa”?”
—Trecho de um texto do Papo de Homem, do único autor que vale a pena lá.
Jornalismo Punheteiro: E nós temos a Leisel Jones, ”primeira nadadora australiana a competir... →
jornalismopunheteiro.tumblr.com
E nós temos a Leisel Jones, ”primeira nadadora australiana a competir em quatro Jogos consecutivos”. Mas claro que a forma dela nos permite concluir que claramente não treinou para conseguir essa posição e não dá conta do recado.
Os australianos estão chateados com você, Leisel…
“[…] é necessário que as campanhas publicitárias de artigos sexuais, incluindo preservativos, façam propagandas levando em conta que mulheres também são ativas sexualmente. E que são donas de seus corpos e que são possíveis consumidoras de seus produtos. Colocá-las apenas como um prêmio para os homens héteros é nocivo porque contribui para a idéia de que mulheres não gostam de sexo e são apenas troféus. Homens não são predadores e mulheres não são suas presas. E é claro: seria interessante que fossem campanhas que não supõem que apenas casais heterossexuais fazem sexo.”
—Trecho de um texto do Ativismo de Sofá.
Shame on you, blogueira Shame!
Blogueira Shame comenta o look de uma menina neste post aqui (que eu achei legal, mas não entendo nadinha de nada de moda, então minha humilde opinião não vale).
O comentário?
Saia bandage formal demais? Será que ela faz parte dessa turma?
O “shame” no nome da blogueira Shame é de slut shaming, né? Ai, gente, tô confusa…
“[…]A salvação está em uma enérgica marcha em direção a um futuro mais brilhante, mais claro. O que precisamos é nos libertar das velhas tradições, dos hábitos ultrapassados, e seguir em frente. O movimento feminista só deu o primeiro passo nessa direção. Temos de esperar que ganhe força suficiente para dar o segundo. O direito ao voto e as capacidades cívicas igualitárias podem constituir uma boa reivindicação, mas a verdadeira emancipação não está nas urnas ou no tribunal. Ela começa na alma da mulher. A história nos ensina que, em qualquer época, foi por seus próprios esforços que os oprimidos realmente se livraram de seus senhores. É absolutamente necessário que as mulheres guardem esta lição: sua liberdade irá até onde for seu poder de libertar-se. É portanto mil vezes mais importante que elas comecem por sua regeneração interior, por abandonar o fardo dos preconceitos, das tradições, dos costumes. Reivindicar direitos iguais em todas as áreas da vida é bom e justo, mas ao final das contas o direito mais fundamental é o de amar e ser amado. Se a emancipação feminina parcial tiver de se transformar em uma emancipação completa e verdadeira da mulher, será com a condição de que ela jogue no lixo a noção ridícula de que ser amada, amante e mãe é sinônimo de ser escrava ou subordinada. É preciso livrar-se da absurda noção de dualismo entre os gêneros, em outras palavras, de que homem e mulher constituem dois mundos antagônicos.”
—A Tragédia da emancipação feminina - Emma Goldman (via feministacansada)

