13 2 / 2014

Espanholas registram corpo em cartório contra reforma da lei do aborto

Uma ação coletiva inusitada surpreendeu os cartórios da Espanha. Mais de 200 mulheres entraram com um pedido de registro de propriedade sobre o próprio corpo. A iniciativa foi um protesto à reforma de lei que restringiria o direito ao aborto no país.

A reforma foi proposta pelo governo conservador do premiê Mariano Rajoy. Nesta terça-feira, a oposição apresentou um pedido ao Parlamento para retirar o projeto da pauta, mas acabou derrotada em uma votação secreta. O debate, portanto, continuará.

O ato nos cartórios foi realizado no último dia 5, simultaneamente, em seis cidades da Espanha: Madri, Barcelona, Bilbao, Sevilha, Pamplona e Pontevedra.
Em Barcelona e Madri, os cartórios acataram o pedido e estão fazendo os trâmites, o que surpreendeu as organizadoras do protesto.

"É uma ação simbólica", disse a idealizadora da iniciativa, a artista e ativista social Yolanda Domínguez. "Esse projeto é um retrocesso, uma limitação de nossas liberdades", disse.

Fonte: BBC

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12 2 / 2014

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12 2 / 2014

"[…] a resposta à pergunta “por que somos tão boas com os homens?” é que sofremos uma enorme dominação psicológica que nos coloca à sua mercê - que nos faz segui-los, perdoá-los, obedecê-los. Eles não têm isso. Eles não precisam desconstruir décadas de dominação sofrida e de aprendizados que os oprimem - eles precisam desconstruir décadas de dominação praticada, às custas de centenas de mulheres. Mulheres abusadas, mulheres estupradas, mulheres assediadas, mulheres sem autoestima, mulheres que não sabem que podem ir mais longe, mulheres que sentem dependência de homens em todas as esferas da vida. E o domínio masculino é tanto que basta sugerir um lugar apenas para mulheres que subitamente nada mais faz sentido na terra e os homens se ofendem profundamente - como se já não tivessem todos os outros espaços para si."

Trecho de um texto da Saforiana.

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11 2 / 2014

O que uma coisa tem a ver com outra? E o que carioca tem com isso? 

O que uma coisa tem a ver com outra? E o que carioca tem com isso? 

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11 2 / 2014

A psicóloga tosca. 

A psicóloga tosca. 

11 2 / 2014

Nossa, se tem um tipo de mascu que me tira do sério, é esse aí.
Oh, por favor, homens sapientes e iluminados, expliquem para nós como o feminismo funciona!!

Nossa, se tem um tipo de mascu que me tira do sério, é esse aí.

Oh, por favor, homens sapientes e iluminados, expliquem para nós como o feminismo funciona!!

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07 2 / 2014

Como não amar a Feminista Indelicada?

Como não amar a Feminista Indelicada?

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06 2 / 2014

Mutilação genital feminina: onde ela ocorre. Via Nós Denunciamos.

Mutilação genital feminina: onde ela ocorre. Via Nós Denunciamos.

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06 2 / 2014

Mutilação Genital Feminina: um documentário.

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06 2 / 2014


Esta semana queremos a atenção de vocês para a Mutilação Genital Feminina (#MGF), uma prática que fere os direitos humanos e ainda existe em pelo menos 28 países da África e do Oriente Médio. A Mutilação Genital Feminina também acontece na Ásia e em comunidades emigrantes na Europa, América do Norte e Austrália. 
A Mutilação Genital Feminina consiste na remoção de uma parte ou da totalidade dos órgãos sexuais de mulheres e crianças. Há vários tipos de mutilação - com gravidades diferentes. Em algumas tradições são removidos o clítoris ou os lábios vaginais, mas uma das práticas de maior gravidade – chamada infibulação - consiste na costura dos lábios vaginais, em que deixam apenas uma pequena abertura para a urina e a menstruação. Aproximadamente 15% das mutilações que acontecem na África são infibulações.
A MGF é praticada em várias idades, desde logo após o nascimento até à primeira gravidez, sendo que a maioria das mutilações acontece entre os quatro e oito anos das meninas.
O dia 6 de fevereiro, Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, foi escolhido para denunciar esta prática. Podemos contar com vocês?

Texto do Plan Brasil.

Esta semana queremos a atenção de vocês para a Mutilação Genital Feminina (#MGF), uma prática que fere os direitos humanos e ainda existe em pelo menos 28 países da África e do Oriente Médio. A Mutilação Genital Feminina também acontece na Ásia e em comunidades emigrantes na Europa, América do Norte e Austrália. 

A Mutilação Genital Feminina consiste na remoção de uma parte ou da totalidade dos órgãos sexuais de mulheres e crianças. Há vários tipos de mutilação - com gravidades diferentes. Em algumas tradições são removidos o clítoris ou os lábios vaginais, mas uma das práticas de maior gravidade – chamada infibulação - consiste na costura dos lábios vaginais, em que deixam apenas uma pequena abertura para a urina e a menstruação. Aproximadamente 15% das mutilações que acontecem na África são infibulações.

A MGF é praticada em várias idades, desde logo após o nascimento até à primeira gravidez, sendo que a maioria das mutilações acontece entre os quatro e oito anos das meninas.

O dia 6 de fevereiro, Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, foi escolhido para denunciar esta prática. Podemos contar com vocês?

Texto do Plan Brasil.

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